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	<description>Um dedo de pinga e dois de prosa</description>
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		<title>Proseando...</title>
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		<item>
		<title>Imagem da Copa</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2010/07/06/imagem-da-copa/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 22:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Fale o que quiser falar, mas esse sanduíche de grama com chuteira que o cabeça de laranja De Zeeuw comeu, foi a imagem da Copa até agora. E continuo achando que esse nome é algum xingamento.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=129&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fale o que quiser falar, mas esse sanduíche de grama com chuteira que o cabeça de laranja De Zeeuw comeu, foi a imagem da Copa até agora.</p>
<p>E continuo achando que esse nome é algum xingamento.</p>
<div id="attachment_171" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><a href="http://proseando.files.wordpress.com/2010/06/de-zeeuw.jpg"><img class="size-medium wp-image-171" title="De Zeeuw" src="http://proseando.files.wordpress.com/2010/06/de-zeeuw.jpg?w=346&#038;h=258" alt="" width="346" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">essa doeu...</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=129&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">proseando</media:title>
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			<media:title type="html">De Zeeuw</media:title>
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	</item>
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		<title>O Sol Saiu!</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2008/12/05/o-sol-saiu/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 02:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi esse texto por e-mail. Vale, e muito, a leitura e reflexão! Carta de uma vítima da enchente em Sta Catarina. Vale a pena ler e meditar a respeito pois, o autor, poderia ser qualquer um de nós. Meus amigos, Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=115&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi esse texto por e-mail. Vale, e muito, a leitura e reflexão!</p>
<p>Carta de uma vítima da enchente em Sta Catarina.<br />
Vale a pena ler e meditar a respeito pois, o autor, poderia ser qualquer um<br />
de nós.<br />
<span id="more-115"></span>Meus amigos,</p>
<p>Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A<br />
despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta<br />
&#8220;folga forçada&#8221; a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao<br />
trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria<br />
tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que<br />
a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.</p>
<p>As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens<br />
claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e<br />
descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu<br />
quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.</p>
<p>Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é<br />
surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar<br />
no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais<br />
primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado<br />
em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência.<br />
Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recupera-la no<br />
seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia,<br />
mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.</p>
<p>Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU<br />
etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:<br />
- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados,<br />
levando principalmente bebidas e cigarros<br />
- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos<br />
e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim<br />
como a estrutura física da mesma.<br />
- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.<br />
- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.<br />
- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender<br />
nas áreas alagadas.<br />
- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo<br />
suas casas atingidas.<br />
- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que<br />
restava.<br />
- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não<br />
ter suas casas saqueadas.<br />
- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu<br />
coração.<br />
- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em<br />
áreas secas.</p>
<p>Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:<br />
- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo<br />
no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.<br />
- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos<br />
instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.<br />
- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de<br />
semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e<br />
fizeram tanta diferença.<br />
- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de<br />
toda uma vida.<br />
- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.<br />
- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que<br />
trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.<br />
- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se<br />
portaram com veteranos.<br />
- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e<br />
auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas<br />
embaixo das águas.<br />
- Aos Médicos Voluntários.<br />
- Às enfermeiras Voluntárias.<br />
- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.<br />
- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos<br />
locais de difícil acesso.<br />
- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo<br />
nem pra respirar.<br />
- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou<br />
que longo é o braço da solidariedade.<br />
- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a<br />
esperança de quem estava isolado em casa.<br />
- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar<br />
caminhões nos centros de triagem.<br />
- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.<br />
- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no<br />
centro de triagem.<br />
- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.<br />
- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.<br />
- A todos que oraram por todos.<br />
- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.<br />
- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.<br />
- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.<br />
- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.<br />
- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.</p>
<p>Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:</p>
<p>COMEÇAR DE NOVO<br />
Eu tinha medo da escuridão<br />
Até que as noites se fizeram longas e sem luz<br />
Eu não resistia ao frio facilmente<br />
Até passar a noite molhado numa laje<br />
Eu tinha medo dos mortos<br />
Até ter que dormir num cemitério<br />
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires<br />
Até que me deram abrigo e alimento<br />
Eu tinha aversão a Judeus<br />
Até darem remédios aos meus filhos<br />
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta<br />
Até dar ela a um garoto com hipotermia<br />
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida<br />
Até que tive fome<br />
Eu desconfiava da pele escura<br />
Até que um braço forte me tirou da água<br />
Eu achava que tinha visto muita coisa<br />
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas<br />
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho<br />
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar<br />
Eu não lembrava os idosos<br />
Até participar dos resgates<br />
Eu não sabia cozinhar<br />
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome<br />
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras<br />
Até ver todas cobertas pelas águas<br />
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome<br />
Até a gente se tornar todos seres anônimos<br />
Eu não ouvia rádio<br />
Até ser ela que manteve a minha energia<br />
Eu criticava a bagunça dos estudantes<br />
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias<br />
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos<br />
Agora nem tanto<br />
Eu vivia numa comunidade com uma classe política<br />
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora<br />
Eu não lembrava o nome de todos os estados<br />
Agora guardo cada um no coração<br />
Eu não tinha boa memória<br />
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo<br />
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos<br />
Eu não te conhecia<br />
Agora você é meu irmão<br />
Tínhamos um rio<br />
Agora somos parte dele<br />
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio</p>
<p>Graças a Deus<br />
Vamos começar de novo.</p>
<p>(Anônimo)</p>
<p>É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente.<br />
Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer<br />
como ser humano.<br />
Pelo menos é a minha hora, acredito.<br />
Que Deus abençoe a todos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/115/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=115&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Verdadeiro Photoshop</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2008/11/08/o-verdadeiro-photoshop/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 14:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine se o Photoshop não fosse um programa de computador e estivesse em cima de sua mesa. Imaginou? Ele deveria ser mais ou menos assim: Além da grande criatividade de quem fez, ficou extremamente bem produzido.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=101&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine se o Photoshop não fosse um programa de computador e estivesse em cima de sua mesa. Imaginou? Ele deveria ser mais ou menos assim:</p>
<p><a href="http://proseando.files.wordpress.com/2008/11/real-photoshop.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="real-photoshop" src="http://proseando.files.wordpress.com/2008/11/real-photoshop.jpeg?w=500&#038;h=312" alt="real-photoshop" width="500" height="312" /></a></p>
<p>Além da grande criatividade de quem fez, ficou extremamente bem produzido.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=101&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Um certo Dr. Gerivaldo</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2008/09/25/um-certo-dr-gerivaldo/</link>
		<comments>http://proseando.wordpress.com/2008/09/25/um-certo-dr-gerivaldo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 22:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um daqueles cabras que merecem ser aplaudidos de pé. O Dr. Gerivaldo Alves Neiva é Juiz de Direito da Comarca de Conceição do Coité, na Bahia, e ficou conhecido, há algum tempo, por uma sentença &#8220;para marceneiro entender&#8221;, onde mostrou uma extrema sensibilidade ao prolatar sua decisão e deu uma lição aos doutos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=62&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um daqueles cabras que merecem ser aplaudidos de pé.</p>
<p>O Dr. Gerivaldo Alves Neiva é Juiz de Direito da Comarca de Conceição do Coité, na Bahia, e ficou conhecido, há algum tempo, por uma sentença <a href="http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/03/28/descomplicando-o-direito-2/">&#8220;para marceneiro entender&#8221;</a>, onde mostrou uma extrema sensibilidade ao prolatar sua decisão e deu uma lição aos doutos magistrados que insistem em ficar numa espécie de pedestal, acima das demais pessoas.</p>
<p><span id="more-62"></span></p>
<p>Desde essa sentença, tive a oportunidade de ler mais algumas sentenças deste brilhante Juiz que consegue, como poucos, decidir de forma humana, fugindo ao &#8220;<em>dura lex, sed lex</em>&#8220;. Isso me lembra a frase de um amigo, &#8220;a lei é dura, mas amolece&#8221;.</p>
<p>Nem sempre o cumprimento estrito da lei significa que é o melhor caminho. O Juiz, ao sentenciar, deve ter a equidade como elemento norteador de sua decisão , mas infelizmente são poucos os que tem essa idéia.</p>
<p>Isso me remete a um fato ocorrido alguns anos atrás, quando eu havia ingressado no curso de Direito. Participando simpósio de Processo Civil, assisti uma palestra do Prof. João Baptista Herkenhoff. Lembro que fiquei indignado quando ele tratou dessa humanização, citando alguns exemplos, inclusive o célebre caso da <a href="http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/05/11/libertacao-de-edna-a-que-ia-ser-mae/">&#8220;Libertação de Edna&#8221;</a>. Critiquei muito, com base no argumento de que como era possível soltar alguém culpado?</p>
<p>Hoje vejo que, às vezes, uma decisão com mais &#8220;alma&#8221;, pode ter efeitos mais benéficos do que uma condenação por um pequeno crime..</p>
<p>Logo quando entrei no Ministério Público, meu chefe costumava brincar dizendo que eu era muito rigoroso e legalista nos pareceres. Aos poucos estou conseguindo transformar essa frieza.</p>
<p>Atualmente, procuro cada vez mais, ao dar um parecer, sair do campo frio da lei pra um posicionamento mais justo, mais adequado à realidade</p>
<p>Peço venia pra citar um texto do Dr. Gerivaldo que trata justamente disso:</p>
<blockquote><p>Tinha tudo para ser uma tarde igual a tantas outras: audiências, despachos, sentenças, atender as partes, ou seja, a rotina do Juiz das 13 às 19 h, no Fórum Durval da Silva Pinto, em <strong>Conceição do Coité (BA)</strong>.</p>
<p>Ledo engano!</p>
<p>Ainda passava pelo corredor quando o Sub-Escrivão da Vara Criminal e também Comissário de Menores me apresenta um garoto de 12 anos, com aparência de 10, moreno, moreno mesmo, não negro, cabelos pretos e meio encaracolados, sorriso tímido e contido, dentes bonitos, falando baixinho como se fosse mais para si mesmo do que para os outros.</p>
<p>– Doutor – disse-me o serventuário –, este garoto quer lhe conhecer.</p>
<p>– Venham ao meu gabinete – respondi de passagem.</p>
<p>Segui na frente pelo corredor pouco iluminado e me cansava antecipadamente ao pensar na rotina de trabalho que teria aquela tarde, mas a presença daquele garoto começa a me inquietar. Entraram em meu gabinete e ele se sentou em uma cadeira distante de mim, olhando perdido para o chão, enquanto o Comissário dizia:</p>
<p>– Doutor, estou com um probleminha. Este garoto apareceu com uma bicicleta em casa, mas não tinha dinheiro para comprar uma bicicleta. E o pior: passou uma semana fora de casa em outro povoado e agora o pai está aí fora, furioso, querendo que a gente descubra como ele conseguiu a bicicleta, mas ele não quer falar…</p>
<p>Gostei dele à primeira vista. Não sei a razão ainda. Talvez seu olhar. Sua timidez também me fazia lembrar da minha própria infância.</p>
<p>– Este é o Juiz. Se você não descobrir tudo e não se comportar, ele vai te mandar para Salvador. Pode ir falando…</p>
<p>Ele levantou um pouco a cabeça e me olhou com um olhar meio de medo e admiração. Eu, então, olhei para ele e tentei conversar:</p>
<p>– E aí? Tudo bem? Como é seu nome? Você queria conhecer o Juiz? Andou fazendo alguma traquinagem?</p>
<p>Ele me olhou agora mais admirado do que com medo, respondeu que estava tudo bem, que se chamava Paulinho e baixou os olhos novamente. Percebi um movimento em seus lábios como se estivesse contendo um choro…</p>
<p>Esta tarde não era mais rotineira. Percebi que estava diante de uma criança especial e seu olhar me deixava confuso. O que ele espera de mim? Que será que ele está pensando? Seu olhar também me fazia pensar: quem sou eu para ele? O que posso fazer por ele?</p>
<p>Pedi que o comissário saísse e ficamos alguns instantes em silêncio sem nos olharmos… Não sei por que me lembrei de uma música: <em>“existirmos: a que será que se destina?”</em></p>
<p>– Paulinho, sente mais aqui perto de mim.</p>
<p>Ele veio meio tímido ainda, mas não tinha mais a carinha de choro. Dá para ver um pouco de segurança e confiança em seu olhar.</p>
<p>– Quantos anos você tem?</p>
<p>– 12.</p>
<p>– Onde você mora?</p>
<p>– No Sossego.</p>
<p>– Que série você está estudando?</p>
<p>– A segunda.</p>
<p>– Como a segunda, se você já tem 12 anos? Perdeu algum ano?</p>
<p>– Não. Nunca perdi ano, mas não sei por que estou na segunda.</p>
<p>– Tá bom…</p>
<p>Ficamos mais um pouco em silencio e lembrei mais uma vez da minha infância. Como me comportaria diante de um Juiz? Era tão tímido que talvez fizesse xixi nas calças… A música não saía de minha cabeça: <em>“pois quando tu me deste a rosa pequenina.”</em></p>
<p>– Cadê seus pais?</p>
<p>– Tão aí fora.</p>
<p>– Bateram em você?</p>
<p>– Ainda não.</p>
<p>Ora, “ainda não” significa que poderá acontecer, pensei. Então, Paulinho está aqui, diante do Juiz, esperando uma condenação certa: ser mandado para Salvador ou apanhar do pai!</p>
<p>Um breve filme passou em minha cabeça: uma criança sendo levada aos empurrões e ouvindo gritos do pai. Um cinto sendo puxado, um olhar aflito, uma mão para o alto e um grito de dor… E a música insistente: <em>“Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina.”</em></p>
<p>Balancei rapidamente a cabeça para espantar os pensamentos e continuamos a conversa:</p>
<p>– Então, você tem uma bicicleta?</p>
<p>– Sim.</p>
<p>– Como você conseguiu?</p>
<p>Ele não ia falar. Não confiava no Juiz. Certamente, tinha medo de ser preso e de apanhar. Também, aquilo estava parecendo um interrogatório e uma confissão, mas precisava ser uma conversa.</p>
<p>Paulinho tinha apenas 12 anos e estava diante do Juiz enquanto seus pais lhe esperavam lá fora. Seria preso ou levaria uma surra dos pais, pensava. Era um menino, não era um homem. Essa música está me tirando a concentração: <em>“Do menino infeliz não se nos ilumina.”</em></p>
<p>– Paulinho, vamos fazer um acordo?</p>
<p>– Sim.</p>
<p>– Você quer ser meu amigo?</p>
<p>Ele levantou a cabeça e me olhou incrédulo, como se perguntasse: o que ele quer agora?  Baixou novamente a cabeça, pensou alguns segundos e me olhou novamente com olhar carente:</p>
<p>– Quero.</p>
<p>Tive vontade de lhe abraçar para selar nossa amizade, mas a dureza da função não deixou. Meus braços não me obedeceram, apesar da vontade. Seus olhos, porém, não tinham mais medo e nem lágrimas… <em>“Tampouco turva-se a lágrima nordestina.”</em></p>
<p>– Então, já que somos amigos, vamos prometer falar só a verdade, certo?</p>
<p>– Tá bom.</p>
<p>– Da minha parte, prometo, como amigo, que nossa conversa vai ficar entre nós e não contarei a ninguém o que nós conversamos.</p>
<p>– Nem a meu pai?</p>
<p>– Nem a seu pai nem a ninguém.</p>
<p>Sim, mas eu podia cumprir este acordo? E se ele tivesse, de fato, cometido alguma infração para ter a bicicleta? Como é que eu iria me sair dessa? E o pior: nós éramos amigos agora e eu não podia mentir. Estava numa enrascada… <em>“Apenas a matéria vida era tão fina.”</em></p>
<p>– Minha mãe sabe, mas meu pai, não! Se ele souber, me bate. Minha mãe não bate.</p>
<p>Mãe é tudo igual mesmo. Vive para a cria. Protege até do pai. É sempre cúmplice dos filhos.</p>
<p>Ficamos novamente em silêncio e eu não conseguia lhe perguntar mais nada. Estava envolvido em minhas lembranças, pensava em meus filhos e em meu pai… Não era mais autoridade, não era mais Juiz de Direito e meus quase 20 anos de magistratura não significavam mais nada. <em>“E éramos olharmo-nos intacta retina.”</em> Ele entendeu que meus olhos esperavam sua resposta.</p>
<p>– Eu sempre quis ter uma bicicleta, mas meu pai não podia comprar. Os meninos todos tinham uma bicicleta, mas eu não. Eu sonhava rodando de bicicleta. Então, ia passado na frente da casa de um homem, vi que a porta estava aberta e resolvi entrar. Procurei no guarda-roupa e achei um dinheiro. Saí correndo e comprei uma bicicleta na mão de um rapaz que tem uma oficina de consertar bicicleta. Rodei, rodei e fui parar em um lugar que mora minhas tias. Andava de bicicleta o dia todo, dormia e comia na casa delas até que resolvi voltar e meu pai me trouxe para o Juiz. Antes, contei a minha mãe onde peguei o dinheiro, mas o rapaz não morava mais na casa. Então, não deu para devolver o dinheiro e eu queria ficar com minha bicicleta. O Senhor deixa?</p>
<p>Não sei por que a vida tem me deixado, ultimamente, nesta situação: entre a cruz e a espada. Aquele “o senhor deixa?” me deixou completamente atordoado. Como deixar, se a bicicleta foi comprada com dinheiro que não era dele? Como não deixar, se a bicicleta era seu sonho e não havia a quem devolver o dinheiro?</p>
<p>– Paulinho, vamos fazer um novo acordo?</p>
<p>– Vamos.</p>
<p>– Seguinte: você vai ter sua bicicleta, mas precisa prometer algumas coisas, certo?</p>
<p>– Certo.</p>
<p>– Primeiro, a gente precisa procurar o dono da casa que você pegou o dinheiro, depois precisa devolver o dinheiro dele e devolver a bicicleta ao rapaz da oficina…</p>
<p>– E minha bicicleta? Vou ficar sem ela?</p>
<p>– Calma. Vamos pensar em uma saída… Olhe, vamos fazer assim: você deixa a bicicleta comigo e volta prá casa com seus pais e vamos dizer a eles que nós acertamos entre nós dois o que fazer com a bicicleta. Aí, você vai prometer que vai estudar, passar de ano, respeitar seus pais e sua professora, não dormir mais fora de casa e não fazer mais este tipo de traquinagem, certo?</p>
<p>– Certo. Mas e minha bicicleta?</p>
<p>– Primeiro, você tem que prometer o que estou lhe pedindo. Promete?</p>
<p>– Prometo, mas também quero minha bicicleta.</p>
<p>– Bom, essa bicicleta vai ficar aqui, mas se você passar de ano e se comportar direitinho eu consigo outra bicicleta pra você, certo?</p>
<p>– Tá bom. Vou voltar com meu boletim passado de ano e vou ganhar uma bicicleta?</p>
<p>– Isso mesmo. Combinado? Bate aqui!</p>
<p>Saímos do gabinete, apresentei meu novo amigo à Dra. Suzana Monteiro, Promotora de Justiça,  que inicialmente deu conselhos severos a meu amigo, mas depois também foi vítima de seu olhar pedinte e lhe dirigiu palavras de carinho e afeto. Acordo Fechado. Sem nada escrito. Palavras, apenas.</p>
<p>Encontrei seu pai esperando no cartório e lhe disse que tinha resolvido tudo com Paulinho: ele tinha me emprestado a bicicleta e seria devolvida se ele passasse de ano e se comportasse direito. O pai me olhou incrédulo pediu para que eu repetisse. Expliquei mais vez o ocorrido e me despedi de Paulinho com um cafuné na cabeça e uma piscada de olho de cumplicidade com sua mãe.</p>
<p>Bom, estamos em setembro e estou ansioso que o ano acabe.</p>
<p>Voltei ao meu gabinete, para a dura realidade da vida de um Juiz: procurar a casa que Paulinho me deixou o endereço, mandar intimar o dono da oficina de bicicleta… mas a música continuava em minha cabeça:</p>
<p><em>“Existirmos: a que será que se destina?<br />
Pois quando tu me deste a rosa pequenina<br />
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina<br />
Do menino infeliz não se nos ilumina<br />
Tampouco turva-se a lágrima nordestina<br />
Apenas a matéria vida era tão fina<br />
E éramos olharmo-nos intacta retina<br />
A cajuína cristalina em Teresina.”</em></p></blockquote>
<p>Ainda há esperança de um mundo mais justo. Posso até parecer um idealista, mas acredito muito nisso.</p>
<p>Deixo aqui minhas congratulações ao Dr. Gerivaldo, ao Prof. Herkenhoff e a tantos outros Magistrados e Promotores que buscam, no dia-a-dia, dar um rumo mais humano ao Direito.</p>
<p>Não deixem de visitar o blog do Dr. Gerivaldo: http://www.gerivaldoneiva.blogspot.com/</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=62&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Propagandas</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2008/07/21/propagandas/</link>
		<comments>http://proseando.wordpress.com/2008/07/21/propagandas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 00:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha, hoje, assistindo TV, me deparei com o comercial do Mercado Livre da moto. Quem me conhece um pouco sabe que sou fã de propagandas. Lembro de outra propaganda que me chamou bastante atenção algum tempo atrás, também do Mercado Livre, era a do beijo. Não descansei até que consegui a mp3 do jingle. Essa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=22&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha, hoje, assistindo TV, me deparei com o comercial do Mercado Livre da moto.</p>
<p>Quem me conhece um pouco sabe que sou fã de propagandas. Lembro de outra propaganda que me chamou bastante atenção algum tempo atrás, também do Mercado Livre, era a do beijo. Não descansei até que consegui a mp3 do jingle.</p>
<p>Essa da moto tá no mesmo caminho&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=c8DtFZkb_TQ">Mercado Livre &#8211; Moto</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sG7XUlA2Lhc">Mercado Livre &#8211; Beijo</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/proseando.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/proseando.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=22&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Ação de Declaração de Amor</title>
		<link>http://proseando.wordpress.com/2008/04/27/acao-de-declaracao-de-amor/</link>
		<comments>http://proseando.wordpress.com/2008/04/27/acao-de-declaracao-de-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 18:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi essa na Página Legal &#8211; Blog do Jus Navigandi, e achei muito boa. Ao Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz do Amor de uma das Varas do Coração da Comarca de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, a quem coube por Distribuição Legal. NAMORADA, brasileira, advogada, portador da Carteira de Identidade nº 000.000 SSP/RN e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=12&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi essa na <a href="http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal">Página Legal &#8211; Blog do Jus Navigandi</a>, e achei muito boa.</p>
<blockquote><p>Ao Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz do Amor de uma das Varas do Coração da Comarca de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, a quem coube por Distribuição Legal.</p>
<p>NAMORADA, brasileira, advogada, portador da Carteira de Identidade nº 000.000 SSP/RN e do CPF nº 000.000.000-00, residente e domiciliado à Rua da felicidade, nº 000, bairro Céu do Amor, CEP 00000-000, nesta Capital, em causa própria, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor a presente</p>
<p><strong>AÇÃO DE DECLARAÇÃO DE AMOR</strong></p>
<p>para NAMORADO, brasileiro, namorado, portador do CPF nº 000.000.000-00, residente e domiciliado à Rua lugarzinho, nº 000, bairro Apaixonado, Natal, CEP 00000-000, tendo em vista os fundamentos jurídicos e os fatos adiante aduzidos:</p>
<p><strong>I. Dos Fatos</strong></p>
<p>I.1 &#8211; A declarante conheceu o Sr. NAMORADO no Carnatal de 2001, onde ambos pularam no Bloco Jerimum.</p>
<p>I.2 &#8211; À primeira vista, a peticionária não pretendia se envolver com ninguém, tinha saído de um relacionamento doloroso e estava a fim de se divertir com uma amiga &#8211; ver Rol de Testemunhas.</p>
<p>I.3 &#8211; Mas, nos dois dias em que participou do referido Bloco, este homem tentou de todas as formas conquistá-la, sem êxito, pois a Sra. NAMORADA mostrava-se irredutível ao seu charme. No entanto, na última volta do Bloco, ao final do corredor da folia, o declarado se dirigiu mais uma vez à declarante, convidando-a para dançar a última música daquele bloco, pois era um domingo de Carnatal. A declarante aceitou, tendo em vista a insistência do Rapaz. Mas o mesmo não se contentou e pediu também o número do telefone da peticionária; ela, pensando que o Rapaz não iria decorar o número, deu-lhe o real número telefônico.</p>
<p>I.4 &#8211; Dois dias depois, toca o telefone da declarante, que escuta, surpresa, a voz daquele rapaz insistente. No telefonema, a declarante se encanta com tudo que é dito pelo declarado; outros telefonemas vieram e o encontro…</p>
<p>I.5 &#8211; No encontro, ambos tiveram a interessante sensação de que já se conheciam há um século; na descoberta de um pelo outro, os gostos e atitudes eram tão parecidos que formaram verdadeiras almas gêmeas. Naquele momento, a vontade de ambos era a de eternizar aquele momento.</p>
<p>I.6 &#8211; Passados um ano e meio de namoro, os dois têm certeza do amor de um pelo outro; nem tudo foram flores, pois terceiros tentaram atrapalhar a relação, mas o brilho no olhar de duas pessoas apaixonadas ninguém pode apagar.</p>
<p>I.7 &#8211; A declarante, na presente peça, pretende manifestar todo o amor que sente pelo Sr. NAMORADO, a pessoa que soube abrir o seu coração e cativar os seus sentimentos, de forma que agora se sente preenchida por completo, feliz e sentindo o que nunca sentiu: a liberdade de estar presa às correntes do olhar de seu amado.</p>
<p><strong>II. Do Direito</strong></p>
<p>II.1 &#8211; Tendo em vista que o ordenamento jurídico brasileiro encontra-se omisso quanto ao tema em comento, citaremos normas subsidiárias para fundamentar a importância do declarado na vida da declarante.</p>
<p>II.2 &#8211; Vejamos o que dispõe a Lei do Amor:</p>
<blockquote><p>“ Art. 1º &#8211; O amor, dom supremo do ser humano, deve ser exercitado por todos, sem diferença de raça, idade, sexo ou classe social.</p>
<p>Art. 2º &#8211; Quem ama tem o direito de declarar todo seu amor, a qualquer tempo ou lugar.</p>
<p>Art. 3º &#8211; O amor deve ser vivido com toda intensidade, sem restrições de qualquer espécie.</p>
<p>Art. 4º &#8211; É dever do amante cuidar, compreender, ajudar, proteger, conhecer, acompanhar, satisfazer e aceitar o ser amado.</p>
<p>Art. 5º &#8211; Esta lei entra em vigor a partir do momento em que o ser humano se apaixona.“</p></blockquote>
<p>II.3 &#8211; Muitos são os doutrinadores na área; dentre muitos pensamentos, citaremos o seguinte:</p>
<blockquote><p>“Pra saber o que é o amor<br />
É preciso amar assim,<br />
E o amor que eu sinto por você<br />
É igual ao seu por mim</p>
<p>O amor é energia, é luz<br />
Que ilumina a alma<br />
É a força de dois corações,<br />
Que traz a paz e acalma</p>
<p>Diferente da paixão<br />
O amor é um sentimento,<br />
Está acima da razão<br />
E do passar do tempo</p>
<p>O nosso amor resiste a tudo<br />
À tempestade e ao vento<br />
É forte em nosso pensamento<br />
Imenso em nosso coração“</p></blockquote>
<blockquote><p>(Roberto Carlos, “O amor é mais”)</p></blockquote>
<p>II.4 &#8211; Uma vez estabelecida a importância do amor e a sua existência na vida de todos, é apresentada aqui a declaração de amor da Sra. NAMORADA para o Sr. NAMORADO, obedecendo aos requisitos necessários que lhe confere liquidez, certeza e exigibilidade.</p>
<p><strong>III. Do Pedido</strong></p>
<p>Em razão de tais fundamentos, e desejando receber judicialmente o que lhe é devido, requer a declarante:</p>
<p>III.1 &#8211; A citação do declarado para que, no menor prazo possível, tome conhecimento do infinito amor de sua namorada por ele;  .</p>
<p>III.2 &#8211; No mesmo prazo, que o maior número de pessoas também conheçam o amor que une estas duas pessoas e as faz muito felizes;</p>
<p>III.3 &#8211; Que todas as pessoas apaixonadas do mundo possam ter a experiência de viver um grande amor, como o da Requerente.</p>
<p><strong>IV. Do Valor da Causa</strong></p>
<p>IV.1 &#8211; Dá-se à causa o valor de um milhão de beijos (no namorado).</p>
<p>Nestes termos<br />
Pede deferimento.</p>
<p>Natal, 12 de junho de 2003.</p>
<p>NAMORADA<br />
Advogada &#8211; OAB/RN</p>
<p><strong>Rol de Testemunhas</strong></p>
<p>1- AMIGA, brasileira, solteira, estudante, residente e domiciliada na rua Localizada, nº 000, bairro Aqui, Natal – RN.</p>
<p><em>(Colaboração de Fernanda Braga Ramalho, bacharel em Direito pela UFRN e defensora dativa na Justiça Federal)</em></p></blockquote>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Viva o amor <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/proseando.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/proseando.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/proseando.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/proseando.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=proseando.wordpress.com&amp;blog=1774125&amp;post=12&amp;subd=proseando&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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